Resenha: Vermelho como o Sangue - Da imaginação à escrita Da imaginação à escrita: Resenha: Vermelho como o Sangue

Resenha: Vermelho como o Sangue

08/12/2014


Título: Vermelho como Sangue
Edição: 1
Autora: Salla Simukka
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581635798
Ano: 2014
Páginas: 240
Tradutor: Bárbara Menezes
Avaliação: 
Onde Comprar: Amazon (Versão Física e E-book)
Sinopse: No congelante inverno do Ártico, Lumikki Andersson encontra uma incrível quantidade de notas manchadas de vermelho, ainda úmidas, penduradas para secar no laboratório de fotografia da escola. Cédulas respingadas de sangue. Aos 17 anos, Lumikki vive sozinha, longe de seus pais e do passado que deixou para trás. Em uma conceituada escola de arte, ela se concentra nos estudos, alheia aos flashes, à fofoca e às festinhas dominadas pelos garotos e garotas perfeitos. Depois que se envolve sem querer no caso das cédulas sujas de sangue, Lumikki é arrastada por um turbilhão de eventos. Eventos que se mostram cada vez mais ameaçadores quando as provas apontam para policiais corruptos e para um traficante perigoso, conhecido pela brutalidade com que conduz os seus negócios. Lumikki perde o controle sobre o mundo em que vive e descobre que esteve cega diante das forças que a puxavam para o fundo. Ela descobre também que o tempo está se esgotando. Quando o sangue mancha a neve, talvez seja tarde demais para salvar seus amigos. Ou a si mesma.
Depois de encontrar notas tingidas de sangue na sala de fotografia da escola, Lumikki não consegue esquecer-se do que viu. Muitas perguntas haviam sido formuladas em sua mente e por mais que quisesse apagar o fato, ela não conseguia, as notas tingidas de vermelho estavam pipocando em seus pensamentos.

Ao deparar-se com um movimento estranho por parte de um colega de escola e na mochila que o mesmo carregava que era a que estava na sala de fotografia com as notas vermelhas, Lumikki revolve investigar, no entanto, sua tentativa de se manter discreta não foi o suficiente. Ao descobrir a origem do dinheiro por Elisa, que junto com Tukka e Kasper, encontraram as notas manchadas, Lumikki percebe que esta história é muito mais longa e cheia de nós do que ela poderia imaginar, onde drogas e negócios obscuros encontram-se no caminho da verdade.

Disposta a levar essa história até o fim, Lumikki parte em uma jornada perigosa, que será impossível voltar atrás, o tempo corre contra ela, mas sua coragem e força serão o suficiente será estilhaçar esse muro de segredos?

Vermelho como o Sangue me pegou de surpresa e confesso, eu esperava um enredo diferente, uma releitura do clássico Branca de Neve, só que macabro, mas a obra de Salla Simukka não tem pontos em comum com o enredo dos Grimms, a não ser o nome da personagem (Lumikki é uma alusão a Branca de Neve). Vermelho como Sangue traz elementos dos livros policiais, como mistério e investigação, além de um pouquinho de suspense. Quando li a sinopse e constatei o real estilo do livro, fiquei interessada e rapidamente o li, afinal, o livro não é longo, tendo menos de 300 páginas. 

A obra de Simukka é interessante, apesar de bem clichê, há alguns pontos novos, mas a maior parte é igual a muitos livros policiais e sinceramente, a história foi pouco empolgante, teve bons momentos, mas não foi uma leitura que me fizesse devorar o livro como costuma acontecer quando leio livros policiais, que é o meu gênero favorito.

Vermelho como Sangue é um bom livro, a história é legal, somente não tem aquele brilho especial, aquela sensação marcante que eu esperava. 

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