Noticiário Literário: Editora Belas-Letras (Lançamentos)

30/03/2015


Você vai conhecer a história de Susannah Cahalan, uma jovem repórter do jornal americano The New York Post que levava uma vida saudável e alegre, e que em pouco tempo, foi sucumbida por uma doença silenciosa que intrigou inúmeros médicos.
“Tudo começou quando eu pensei que tinha sido picada por percevejos, aí chamei um dedetizador e ele disse que não havia nada em meu apartamento”, relata a jornalista, em um vídeo de divulgação do livro que será lançado neste mês pela Belas-Letras. 
Susannah tinha estranhas alucinações, surtos psicóticos e convulsões. Seus amigos e familiares acreditavam que era stress. Alguns médicos diagnosticavam o alcoolismo como causa – mesmo que ela insistisse que bebia no máximo duas taças de vinho por noite. Percebendo que não era mais a mesma, ela se mudou do seu apartamento numa região conceituada de Manhattan para a casa dos pais no subúrbio, e tirou licença médica do trabalho. 
A gota d’água veio quando ela tentou pular de um carro em movimento (imaginando que o pai e a madrasta tentavam sequestrá-la); sua família então decidiu que ela realmente precisava de ajuda e ela foi internada imediatamente na ala epiléptica do hospital da New York University.
“Literalmente, não lembro de boa parte do mês em que estive no hospital. Então, tive que acreditar em registros médicos, entrevistas com médicos, com minha família, com meu namorado. Tive que recriar aquele tempo usando minhas habilidades de jornalista”, afirma ela. 
Seus sintomas não coincidiam com o de nenhuma outra doença conhecida. Até que um médico entra no caso, Souhel Najjar, e com um teste bastante simples, descobriu que o lado direito do seu cérebro estava inflamado. 
A história de Susannah será contada nas telas dos cinemas. O filme será produzido pela produtora de Charlize Theron e estrelado por Dakota Fanning e ainda não tem previsão de lançamento. 


Último membro da formação original da lendária banda de rock, que já vendeu mais e 80 milhões de discos, Paul Stanley relatou no livro pela primeira vez a condição que o deixou surdo da orelha direta e as experiências traumáticas na infância na década de 1950 e 1960 que o fizeram sonhar com uma carreira na música. Além disso, ele também conta diversas histórias de bastidores do Kiss, suas brigas com os três membros originais da banda e a parceria de longa data com o baixista e também vocalista Gene Simmons. 
Além da trajetória de Starchild – como é conhecido seu personagem nos palcos –, o livro traz também fotos nunca antes vistas da banda que ele ajudou a criar, definir e sustentar.




Como é viver à sombra de um mito? Ou, pior, de um legítimo rei do rock: John Lennon. Essa é a sina de Juan LMK, que pelos desígnios do acaso nasceu no mesmo  dia, hora e hospital onde morria o gênio dos Beatles. Estamos em 2020, e a banda de Juan, a Paralelepípedos do Óbvio, está decadente e vive das migalhas que caem das mesas dos últimos fãs, quando Juan recebe um convite absurdo e inesperado: tornar-se o garoto propaganda de um novo produto que vai mudar a história da humanidade, o primeiro implante nano-neural para a expansão da inteligência. Juan tem a oportunidade de se tornar o que sempre sonhou em segredo: mais famoso do que John Lennon. Em sua estreia na ficção, o baterista e fundador da banda Engenheiros do Hawaii apresenta, com um olhar psicodélico, irônico e revolucionário, personagens forjados de duas matérias-primas distintas, ou “anjos com um diabo dentro”. Qual delas falará mais alto nesta odisseia do rock? Qual delas fará a diferença na sua vida?

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