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Lançamentos Editora Leya

17/04/2018

Editora Leya

Confira os últimos lançamentos da Editora Leya. Nova edição de Jogador n° 1 e novos livros de George R.R. Martin.



Novidades de Março e Abril para quem gosta de acompanhar os lançamentos editoriais! Hoje vamos conhecer as aposta da Editora Leya. Olha só quantos livros incríveis:

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Um dos livros mais cultuados da década chega aos cinemas pelas mãos de Steven Spielberg

Sinopse: Jogador Nº 1, de Ernest Cline, o livro de ficção científica mais amado e cultuado dos últimos tempos, chega agora aos cinemas numa superprodução dirigida por Steven Spielberg e estrelada por Tye Sheridan e Simon Pegg! Não perca a chance de conhecer todos os detalhes dessa história fantástica.
O ano é 2044 e a Terra não é mais a mesma. Fome, guerras e desemprego empurraram a humanidade para um estado de apatia nunca antes visto. Wade Watts é mais um dos que escapa da desanimadora realidade passando horas e horas conectado ao OASIS – uma utopia virtual global que permite aos usuários ser o que quiserem; um lugar onde se pode viver e se apaixonar em qualquer um dos mundos inspirados nos filmes, videogames e cultura pop dos anos 1980. Mas a possibilidade de existir em outra realidade não é o único atrativo do OASIS: o falecido James Halliday, bilionário e criador do jogo, escondeu em algum lugar desse imenso playground uma série de Easter Eggs, e premiará com sua enorme fortuna – e poder – aquele que conseguir desvendá-los. E Wade acabou de encontrar o primeiro.


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Sinopse: George R.R. Martin, autor de “As Crônicas de Gelo e Fogo” e “Wild Cards”, e Lisa Tuttle reuniram seus talentos para presentear o leitor com Santuário dos Ventos, uma obra ambiciosa e emocionante, que, combinando ficção científica e fantasia, chega às livrarias pela LeYa.
Na trama, após um desastre espacial, os tripulantes de uma nave intergaláctica passam a habitar uma região que chamam de Santuário dos Ventos, um mundo de pequenas ilhas, de clima difícil e mares infestados por monstros. Composta de inúmeros arquipélagos, a comunicação entre os povos era praticamente impossível – até a descoberta de que, devido à baixa gravidade e à sua densa atmosfera, os humanos poderiam voar pelos mares com a ajuda de asas de metal.
Não por acaso, ninguém tem mais prestígio que os voadores, responsáveis por levar notícias para os mais diversos pontos do Santuário. Essas figuras deslumbrantes que cruzam os oceanos traiçoeiros, enfrentando ventos revoltosos e tempestades súbitas, formam também uma espécie de elite privilegiada, pois suas asas só podem ser passadas de forma hereditária.
É nesse cenário que a jovem Maris é criada por Russ, um voador, e tudo o que ela mais deseja é voar pelas correntes acima do Santuário dos Ventos. No entanto, a tradição afirma que as asas de Russ só podem ser passadas para seu filho legítimo. E, para os voadores, permitir que qualquer um se junte à sua sociedade é uma ideia que beira a heresia.
Inconformada, Maris recorrerá a tudo que estiver a seu alcance para conquistar as preciosas asas – abalando a sociedade em que vive e gerando uma série de novas questões morais entre os voadores e os “confinados à terra”. Afinal: quem merece ganhar os céus do Santuário dos Ventos? E até que ponto a benção se torna também uma maldição?
Publicado originalmente em 1982,  Santuário dos Ventos é uma das obras de Martin mais queridas pelos fãs e se mantinha inédita no Brasil.  O romance foi vencedor do Locus Award, um dos mais prestigiados prêmios da ficção fantástica mundial.


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Uma nova aliança é formada no universo de “Wild Cards” – e as consequências podem ser aterrorizantes para os curingas

Sinopse: Política, preconceito, poder, traições e grandes golpes – como seria o mundo se existissem pessoas com superpoderes? Criada pelo mestre da ficção moderna George R.R. Martin, autor da grandiosa “As Crônicas de Gelo e Fogo”, em que foi baseada a série de TV Game of Thrones, “Wild Cards” é uma fantasia urbana que leva o leitor a um mundo sombrio onde um vírus alienígena fez com que parte da população ganhasse habilidades físicas e mentais, formando um grupo batizado de ases. Outros, no entanto, foram amaldiçoados com estranhas deformidades – os curingas. O nono livro da saga, Guerra aos curingas, apresenta o segundo episódio da trilogia “Rox”, no qual um novo conflito começa a criar forma – embalada pelo violento Blaise Andrieux, acompanhado de sua gangue de saltadores, e Bomba, que governa Ellis Island, em Nova York, rebatizada de Rox, e luta pelos direitos dos curingas.
Sob a liderança de Blaise, neto psicopata do Dr. Tachyon, a gangue se tornou ainda mais perversa e incontrolável. Blaise está obcecado em colocar em prática o plano de vingança que planejou contra o avô, e os saltadores são peça fundamental nesse jogo. À medida que o jovem mostra o quão cruel pode ser, a relação entre Bomba e ele se desestabiliza, e isso coloca em risco ases e curingas. Em meio ao crescente caos de Nova York, personagens como Yeoman, Capitão Viajante, Jay Ackroyd, Tartaruga, Titereiro e Jerry Strauss participam de mais um romance-mosaico de “Wild Cards”. Mas, com uma jogada de mestre, quem dará a cartada decisiva neste volume será Bomba – que fará o impossível se tornar possível.
Editado por George R.R. Martin e Melinda M. Snodgrass, o volume é escrito por Stephen Leigh, John J. Miller, Melinda M. Snodgrass, Walter Jon Williams, Lewis Shiner, Walton Simons e Victor Milan. Usando esse formato inovador de romance-mosaico, os autores de “Wild Cards” redigem as histórias em conjunto, enquanto George, quando não colabora com o texto em si, está sempre presente como editor. Seu papel permanente é o de guiar a aventura, dar consistência às histórias paralelas e, quando necessário, fazer alguns ajustes no resultado final. Ou seja, acompanhado das mentes mais brilhantes da fantasia e da ficção científica, George R.R. Martin está presente a cada página.
E “Wild Cards” não é uma série comum. De maneira semelhante a um seriado de televisão, ela é dividida em temporadas, ou, neste caso, arcos, então as tramas são concluídas (e outras se iniciam) a cada três ou quatro livros. Os primeiros títulos (O começo de tudo, Ases nas alturas e Apostas mortais) compõem a chamada “Trilogia inicial”. Depois vem a saga “Titereiro”, com Ases pelo mundo, Jogo sujo, Ás na manga e A mão do homem morto. Guerra aos curingas é o segundo livro da trilogia “Rox”, que teve início com Luta de valetes.


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Sinopse: Galope à beira-mar traz histórias reunidas pelo escritor e ex-presidente da República José Sarney ao longo de sua vida. Não se trata de uma biografia ou livro de memórias, tampouco de um livro sobre política – embora os políticos e a política estejam presentes em grande parte da obra – mas sim de uma narrativa dos eventos que protagonizou ou observou em décadas de vida pública.
Com título inspirado no nome dado a um dos ritmos dos cantadores do Nordeste, Galope à beira-mar é, sobretudo, um livro de causos que mostra a faceta bem-humorada de contador de histórias combinada à pena leve, elegante e atenta do escritor.
São breves relatos que compõem um mosaico de histórias curiosas das quais emergem nomes como Rui Barbosa, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Ulysses Guimarães, Jânio Quadros, os presidentes militares e tantos outros, passando por episódios vividos no governo do Maranhão e na Presidência da República. Escritores, jornalistas e padres aparecem ao lado de personagens anônimos, em histórias que ouviu na infância ou nas viagens pelo mundo.


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Em pesquisa histórica apurada, com base na bibliografia mais recente e nas fontes arqueológicas mais antigas, o escritor e jornalista conta a vida de Jesus

Sinopse: Escrito pelo autor laico brasileiro que mais vende livros de temática religiosa no país, Jesus – O homem mais amado da História é a obra mais atual sobre a vida daquele que ensinou a humanidade a amar e dividiu a História em antes e depois. O escritor e jornalista Rodrigo Alvarez recorreu às fontes bibliográficas mais recentes, investigou as mais antigas (entre elas diversos manuscritos originais) e viajou pelos mesmos lugares percorridos por Jesus em seu tempo.
Fartamente ilustrado, o livro é resultado de uma pesquisa que buscou a informação em estado bruto – o mais livre possível dos interesses políticos e religiosos que sempre manipularam a História. O autor foi aos evangelhos, aos Atos dos Apóstolos, às cartas de Paulo, aos tratados de patriarcas, aos livros judaicos, às profecias, aos pergaminhos que os primeiros bispos da Igreja tentaram apagar na fogueira e aos livros gnósticos, com suas visões místicas, para reapresentar o leitor a uma figura histórica que, ao mesmo tempo Deus e humano, foi humilhado, traído, quebrou regras, desafiou e foi desafiado.
Rodrigo viveu três anos em Jerusalém, de onde partiu para visitas ao Sepulcro de Jesus, à Gruta da Natividade em Belém, a Nazaré, à Turquia, à Jordânia, ao Chipre, ao Mar Morto e, claro, ao rio Jordão. Caminhou pelos mesmos desertos que Jesus, meditou no alto das mesmas montanhas, pisou nas mesmas pedras, entrou nas cavernas de Jericó, tomou banho no Mar da Galileia e subiu ao monte onde a tradição afirma que Jesus fez seu sermão inaugural.
O livro mergulha em polêmicas, como a disputa com João Batista, o papel de Maria Madalena na vida de Jesus e manuscritos que, segundo interpretação divergente da tradição cristã predominante, resultam dos segredos de Jesus revelados a alguns apóstolos.
Da visão de Jesus sobre o apocalipse à reconstituição, em detalhes, dos últimos passos antes de sua morte, Rodrigo Alvarez conduz o leitor numa narrativa elegante e acessível. Mesmo quando caminha por passagens conhecidas o faz de uma maneira nova e emocionante, destrinchando também as descobertas arqueológicas mais recentes. Guiada pelos fatos, a obra lança luz sobre um Jesus de antes do cristianismo e de todas as suas divisões futuras – e que mostra a todos os leitores, cristãos ou não, e até mesmo ateus, a relevância e a permanência da trajetória de um homem que pregou o amor e a tolerância e elevou a ética humana a outro patamar.
Jesus – O homem mais amado da História é dedicado, nas palavras do autor, “aos católicos, aos evangélicos – cristãos de todas as cores – e também aos espíritas, aos muçulmanos, aos budistas, aos seguidores de outras religiões, ou de nenhuma; a todos aqueles que, como Jesus, entendem que o amor ao próximo é a parte mais bonita de nossa existência – e que toda a existência humana, por si só, sempre foi e será sagrada.”

Sammysam Rosa

Escrito por:

Sammy. Casada e apaixonada por livros. Gosto de literatura policial, suspense e terror. Típica pisciana, sonhadora e curiosa.

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