Resenha: Yu-Gi-Oh! (Volume Um, O Enigma do Milênio) - Kazuki Takahashi - Da imaginação à escrita Da imaginação à escrita: Resenha: Yu-Gi-Oh! (Volume Um, O Enigma do Milênio) - Kazuki Takahashi

Resenha: Yu-Gi-Oh! (Volume Um, O Enigma do Milênio) - Kazuki Takahashi

06/04/2018

Yu-Gi-Oh!

Título: Yu-Gi-Oh! | Sub-título: O Enigma do Milênio | Autor (a): Kazuki Takahashi | Editora: JBC | Páginas: 202 | Skoob.


Sinopse: Yugi mora com seu avô, dono da loja de jogos Kame Solomon Muto. Ele adora todos os jogos, seu maior tesouro é uma misteriosa caixa com os dizeres: “algo que você vê, mas nunca viu”, o conhecido Enigma do Milênio capaz de realizar qualquer desejo a quem lhe desvendar. Yugi já sabe exatamente o que pedir: um grande amigo que nunca lhe traia e ao qual ele nunca o trairá. O problema é que o colégio de Yugi está cheio de encrenqueiros dispostos a infernizar a vida do garoto, a vítima perfeita para as mais variadas brincadeiras dos coleguinhas, principalmente de Tristan e Joey. Mas algo está prestes a mudar…

Hoje teremos uma resenha diferente de qualquer outra já publicada no blog, de um mangá (história em quadrinhos japonesa). Durante um bom tempo os mangás eram minha maior fonte de leitura muito mais que os livros e sempre me trouxeram ótimas aventuras e romances lindos. Vários desses mangás são muito especiais para mim e há um na minha estante que guardo muito carinho e amor pela história, personagens, que é o mangá resenhado de hoje: Yu-Gi-Oh! 

Criado pelo mangaká Kazuki Takahashi, este mangá é um dos meus favoritos, adoro o card game e o anime produzido, mas sem dúvidas o mangá é o ponto mais alto da história de Yugi Muto. No Brasil Yu-Gi-Oh! Foi publicado pela editora JBC e ainda me pergunto porque não teve um relançamento desta obra tão maravilhosa, afinal muitos outros títulos foram relançados novamente pela editora, com o sucesso do jogo Yu-Gi-Oh! Duel Links eu esperava que pudesse ser uma abertura para JBC publicar novamente o mangá, ainda faltam alguns volumes na minha coleção e hoje em dia é muito difícil encontrar os mangás restantes...

Em Yu-Gi-Oh! conhecemos a história de Yugi Muto um jovem simpático, quieto e alvo constante de bullying, um garoto baste inocente (pelo menos neste primeiro volume). Ao ganhar do seu avô uma caixa misteriosa contendo o maior tesouro que se pode imaginar: O Enigma do Milênio. Yugi levou anos tentando montar o enigma e com a esperança de que este lhe concedesse um desejo: Um grande amigo

No entanto Yugi perceberá que há algo muito mais sombrio ligado ao Enigma do Milênio e neste ponto é que o mangá carrega uma grande diferença do anime. Ao finalmente resolver o quebra-cabeça surgiu uma nova “personalidade” em Yugi, o seu alter ego que no anime ficou mais conhecido como Yami Yugi. No anime essa personalidade é mais heroica, mas no mangá mesmo com o senso de justiça nesta personalidade também vemos um lado perverso de Yami Yugi, algo complemente o oposto do anime, além de também nos revelar mais da nuance do jogo das trevas e suas consequências, o curioso é que inicialmente o autor tinha a intenção de fazer de Yu-Gi-Oh! um mangá de terror, então podemos notar essa parte digamos mais violenta da história que foi cortada no anime e que deixa a história muito mais interessante e até madura. 

Para quem gosta tanto do jogo ou do anime, é muito legal poder ter esse contato com o mangá que é o material base de toda franquia de Yu-Gi-Oh!, além de que a obra traz uma história divertida, com momentos tensos e com uma pitada de suspense, além de contar com os personagens que tanto gostamos. Reler Yu-Gi-Oh! foi uma experiência muito nostálgica e me proporcionou muita alegria e momentos divertidos, recomendo demais não só para quem é fã da franquia como para aqueles que desejam ler um mangá cativante e envolvente! 

Sammysam Rosa

Escrito por:

Sammy. Casada e apaixonada por livros. Gosto de literatura policial, suspense e terror. Típica pisciana, sonhadora e curiosa.

Um comentário:

  1. Sabe que mangá seria minha ultima fonte de leitura, ao contrário de ti, acho que pela minha idade, eu descobri os livros tarde demais e hoje não se enquadrariam no meu perfil. Mas tu falou deles de uma forma tão animada que me deu curiosidade em ler um romance, aventura não, ainda mais que tu falou serem lindo, se eu tiver uma boa indicação ou oportunidade quero abrir meu horizonte e cair nesse campo que encanta a tantos leitores

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